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日志


7月20日

Falando sobre Blogger Buzz

 

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Blogger Buzz
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7月9日

Falando sobre YouTube - Tokyo ni mo Attanda - Fukuyama Masaharu PV

 

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YouTube - Tokyo ni mo Attanda - Fukuyama Masaharu PV (Karaoke Sub)
  
1月13日

Toyoura-shi - Yamaguchi-ken

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     Toyoura é a cidade de onde a vovó Shigueno e vovô Hiroichi sairam quando imigraram para o Brasil.
     Fato este ocorrido no ano de 1929 e parte do que aconteceu foi escrito no site Abril no Centenário da Imigração Japonesa.
     Abaixo uma visão panorâmica da cidade. 
 
 
 
     Abril no Centenário da Imigração  foi um trabalho desenvolvido ao longo de 2008 e terá prosseguimento neste 2009. 
 
 
 
 
 
7月8日

Sistema

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SISTEMA GEOGRÁFICO
 
Publiquei anteriormente o texto Tempo Natural e Sistemico para ¨resgatar¨ para o Space
trabalhos desenvolvidos no blogger e pela palavra chave:- sistema.
O Acqua - assim como o wind, o ES e outros espaços que criei na Ocan - é um sistema.
E todo sistema que possui uma dinâmica espaço temporal bem definida,
ou que pode ser descrito utilizando as coordenadas espaço, tempo e luz, tem inevitavelmente um centro.
Que é o caso do acqua cujo centro é uma bomba d¨água - na verdade são duas -,
de maneira que como ele tem um centro existe(m) o(s) entorno(s),
enfim, o acqua possui características geográficas.
Não se trata de um entorno linear, simples, mas um constituido por sub-sistemas:-
sub por serem parte constituintes do próprio acqua
e sistemas por realmente serem sistemas em si mesmo. 
Resumindo:-
O Acqua é um sistema geográfico constituido por cinco sub-sistemas - um maior e principal e mais quatro -
inteligados pelo elemento água.
 
martedia - 08.07.2008, 02hs15.
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5月3日

TIME

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You know the time
For you to come
and take thanks
Just forget the rest
 
Sometime you made
a big mistake
Althought you know
It was wrong to make
 
Still you did it
And you found out
It was to late
And everything was blame to yourself
 
Ther was time wen you foolig
around and heart
Some one feeling
Just to show that
 
You are the man
but you don`t know
to prove the real man to everyone
Because ever body
know that you are a down.
 
YOUR AN
Ass. HOLE!
 
BY JUN
 
OBS: Encontrei este poema gravado em uma caixa de metal na firma onde trabalho.
        Achei interessante e postei.
.
 
4月14日

Tempo

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Enviei hoje, dia 14 de abril, o texto abaixo para os meus contatos da Orkut.

TEMPO NATURAL E SISTÊMICO
 
Me impressiona ver o ritmo da vida.
Chovia agora pouco.
Saiu o sol e chequei o Acqua.
A circulação da água estava lenta.
 
Ação: limpeza na bomba de água e tubulações.
A água passou a circular rapidamente.
O ganho a Vida,
vidas.
 
Em Toyoura a Shigueno vivia em um tempo cíclico.
Próximo das estações do ano, ou
um tempo natural.
 
Do natural de Toyoura para o do Acqua um salto.
Um tremendo salto,
sistêmico.
 
Tani
 
E o mesmo está postado no meu Blogger: Tani & Japan

2008.
 
2月27日

Literatura no Japão

 

Live Writer e Word

    Algumas semanas antes de vir ao Japão telefonei para o meu tio Miguel. Estava envolvido na escrita e a minha plataforma de trabalho era o Redator da Itautec. Para mim o Redator era limitado ao Itau e queria um mais geral. Disquei para o Miguel porque sabia que ele tinha um computador em casa, não estava a par do uso que fazia dele de qualquer maneira o meu interesse estava em um processador de texto. 

    ¨Hitochi, você não teria um processador de texto?¨ Tio Miguel, mas Hitochi é o mais usado entre os familiares.

    ¨Como assim? Porquê?¨

    ¨É, um processador de texto, queria levar um para o Nihon. Estou usando o Redator no meu Itau. Só que lá sem chances de usá-lo, não é mesmo?¨ - o Redator havia sido o meu instrumento de trabalho por anos. A minha plataforma de trabalho consistia no Itautec, uma IBM 6746 que fazia as vêzes de impressora e o Redator como processador de textos. Com isso publiquei - apoiado na Sociedade - os Órion, digitei versões da Tese de Mestrado da Clélia A. Martins, a minha ex-namorada, e estava escrevendo a minha tese Simulação de Eventos Discretos.

    O meu envolvimento com a escrita foi tão profundo que resolvi escrever sôbre a genial Helena Petrovna Blavatsky.  Produzi algumas dezenas de páginas e aí me veio um insigth: ¨Posso ser fantástico, genial, mas não mais do que os seus biógrafos...¨ De maneira que qual editora iria se interessar pela minha obra? Tinha a Pensamento que estava envolvida com o Trigueirinho, fora ela eu não acreditava em nenhuma outra. Depois desse insight surgiu outro logo em seguida: ¨Biografia por biografia porque não Japão?¨ Ao invés de me aventurar com HPB e é o que estava tentando fazer, por sinal uma temerosidade, poderia falar de lugares. Foi nesse momento que surgiu o Japão. A minha tese de mestrado na FEE já tinha sido interrompida fazia um bom tempo e estava tentando fazer uma virada no IEL:- visando inicialmente Inteligência Artificial com o Prof. Dr. Edson Françoso.

    ¨Eu uso o Word.¨ - disse o Hitochi. Era um utilitário que sabia existir, mas nunca havia utilizado.

    ¨É fácil usar?¨

    ¨É, não é difícil.¨ - responde. Eu imaginava que no Japão poderia dispor de computadores, de software não. Estávamos em 1992 e a situação era realmente esta.

    ¨Poderia passar uma cópia?¨ Para mim bastaria uma cópia e, com ela, poderia continuar com o meu envolvimento na escrita. Na verdade não foi isso o que aconteceu. O primeiro computador que tive não consegui utilizar, era um lap top de segunda mão. Um amigo do Yahashi - japonês de Kameyama - me disponibilizou  um por 10.000,00 ien. Levei para o ryo, liguei e na tela os kanji me dWord5eixaram na mão. Depois de vãs tentativas acabei encostando o lap top, continuei utilizando o wapro da Casio que havia adquirido em Hamamatsu.

    ¨Sim, tudo bem.¨

    O Hitochi acabou levando a cópia do Word no aeroporto.

    Ele me repassou um flopy disk da maxell contendo o  WORD - 5. Era como se as referências anteriores ou o Comendador Miguel Botelho e o Dr. Nilson estivesse, naquele momento, se deslocando para o Flopy Word-5. Na verdade ele nunca foi utilizado. Está guardado carinhosamente, é o meu talismã e referência.

    ¨É só digitar word.¨ Foi a última recomendação do meu tio. 

    E, por último, o Live Writer de fevereiro de 2008: coincidindo com um perfil no site da ABRIL.

1月9日

Hiper-realidade, Ilha da Fantasia

 

 

"Conheço o livro “Brasil – Bem-vindos ao paraíso” do link postado acima. O conjunto, ou o texto de 11 linhas que antecede o link e o texto do livro, não é consistente.

Final da década de 80, período da Bolha Economica japonesa. O Angelo citou em 96 o termo “Yentown”, “Capital do iene”, cidade imaginária centrada no “yen” do referido período. Recoloco o termo dez anos depois pensando na nossa realidade.

Por anos a fio Yentown cresceu sem incomodar, afinal tinha como berço a cidade de Tókyo ou o território mais valorizado do arquipélago japones. Com o tempo veio os excessos, a irracionalidade, a fantasia e passou então a incomodar.  A solidez do sistema estava se equilibrando sobre uma bolha, a bolha econômica.

Formulando o raciocinio segundo Jean Baudrillard.

Yentown foi a mais recente e conhecida hiper-realidade japonesa cujo desfecho foi a catástrofe. Os críticos do sistema denominavam os deka de Yentown de “ladrões de ienes”. É óbvio que tal posição crítica disseminou a desconfiança e a ira de muitos, tanto dos que viviam fora como dentro do sistema. O construtor Mori, o então homem mais rico do Mundo foi acusado de ser o maior signatário desta época. A hiper-realidade de então era, de um lado, construida pela “Mori Building” e muitas das suas construções civis, no seu auge, passaram a levar o nome Mori – “Edificio Mori Número 1”, “Edificio Mori Número 2” etc. O nome Mori havia-se transformado numa grife, era o construtor Mori assumindo o seu papel na Ilha da Fantasia. E, de outro, construida pela dinamica do sistema de valores no qual ele mesmo era somente um dos pólos.

Enfim, a civilização japonesa é quem havia atingido a sua maioridade e o seu poderio ultrapassado as suas fronteiras territoriais. O momento era o do “O Japão que sabe dizer não” de Morita e Ishihara. E enquanto Mori engordava o seu patrimonio imobiliário em Tókyo, a Sony, Mitsubishi, Matsushita etc fazia o equivalente nos EUA.

Inicio da década de 90. A bolha estourou, a fantasia acabou e a hiper-realidade se desfez. Estamos no final de 2005, duas décadas pós-bolha. A desvalorização imobiliária japonesa ainda persiste, toda solidez está se desfazendo no ar.

“Yentown” do final da década de 80.

“Made in Japan” do final do nosso decênio. De nossa parte uma realização “made in Japan”, ocorrida na Brava Gente Brasileira em Terras Estrangeiras volume II.

Por outro lado, para muitos a fantasia ainda não terminou. Novas hiper-realidades se instalam ao nosso redor."

 

O Eu da razão niilista

 

 

"Ouço “Super Homem, a canção” do Gil.

“Quem sabe o super-homem venha nos restituir a glória.”

No eterno retorno em Nietzsche.

“Quem sabe o super-homem venha nos restituir a glória.”

No corpo, na mente. Nos homens.

Veio a glória da democracia operária e da teologia da libertação.

A glória do texto, do recorte e da citação.

A glória da arte, das performances e da representação.

Veio a glória da imprensa, do radio e da televisão.

A glória da ciência, do estado e da religião.

A glória veio ao encontro.

Do eu da razão niilista.

Na moral, na ética.

No discurso, no pacto e na humanização de Deus.

Humano, demasiadamente humano nas academias, teatros e templos.

Humano no contratempo.

Que desmancha a solidez e personifica o sagrado.

Tempo de inquietude.

Ouço:

“Quem sabe o super-homem venha nos restituir a glória.”

A glória do racionalismo profético.

De Batra de 83 na obra “A grande depressão de 1990”.

Dos empresários japoneses cavalgando na bolha de 90.

Da Yaohan em Xangai e da Toyota e Honda no global.

Uma distância continental.

Ouço:

“Quem sabe o super-homem venha nos restituir a glória.

Mudando como um Deus o curso da história.”

Tempos de transformações.

A vida continua, não para.

Paz na terra aos homens de boa vontade."